hoje acordei e ri-me de mim. sorri, olhei o céu e senti-me feliz. pensei numa outra alma que me é gémea (na sua diferença e unicidade) e, novamente, sorri e senti-me feliz. voltei a olhar o céu e procurei o movimento das nuvens, para que isso me desse uma qualquer sensação mais concreta de real... e percebi que era. como se não bastasse, um pássaro voou mesmo na minha frente, provavelmente um daqueles que, por vezes, voam dentro de mim.
E, quando estas coisas acontecem e estamos disponíveis para elas, ousamos sonhar um pouco mais. sobre a vida, sobre os momentos que param porque os fazemos parar. assim, fiz o momento parar...
neste compasso de espera (que não é nada de espera... nem sei porque o chamam assim!) pintei um silêncio cheio, senti a subjectividade do tempo, beijei os lábios adormecidos da alma que me é profundamente de dentro e nórdica, e agradeci a paz quente e fervorosa que me habita.
E, quando estas coisas acontecem e estamos disponíveis para elas, ousamos sonhar um pouco mais. sobre a vida, sobre os momentos que param porque os fazemos parar. assim, fiz o momento parar...
neste compasso de espera (que não é nada de espera... nem sei porque o chamam assim!) pintei um silêncio cheio, senti a subjectividade do tempo, beijei os lábios adormecidos da alma que me é profundamente de dentro e nórdica, e agradeci a paz quente e fervorosa que me habita.

2 comentários:
São tão parcas as alturas da vida em que essa paz nos invade...
Como eu gostava de poder sempre dizer: "agradeci a paz quente e fervorosa que me habita"...
Fico feliz apenas por saber que é atingível...
é isso mesmo, disponibilidade para aceitar estar feliz e fazer parar os momentos ,)
a chuva também tem passado por coimbra, certo? assim como as manhãs...!?
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