Da eterna complexidade das coisas
A cabeça dirige-se para onde quer
Não vemos as coisas como são, mas sim como somos
Não é bom nem mau, apenas é
Da eterna simplicidade das coisas,
O corpo desdobra-se em mil pedaços,
Separados e unidos ao mesmo tempo
Que se expandem, curiosamente,
No sentido do self
Cheguei a casa, cansada
Queria dormir
Fui trabalhar,
Queria comer
Fui fazer o jantar,
Queria descansar
Deixei-me estar
E vim aqui parar.
É.
