já houve quem falasse de metamorfose e mostrasse ter consciência dela. poucos houveram ou há.
temos noção de pequenas e grandes metamorfoses que acontecem na nossa vida... mas maioritariamente aquelas que decorrem num limite nosso já bem fronteiriço e muito próximo da influência de uma realidade social, a qual caímos na tentação de favorecer. incorporamos metamorfoses esperadas, de fora para dentro. e somos mais resistentes em fazer o movimento contrário. esse social é-nos aconchegante, parece dar-nos segurança de algum modo. no fundo, orienta-nos perante a susceptibilidade de mudança contínua. mas aí, esquecemos que há mudança constante dentro de nós e, essa, exige -nos um olhar para dentro e de dentro.
não há mais mudança fora que dentro de nós. por isso, não sei se devemos realmente dispensar a maior parte da nossa atenção na eventualidade de futuros maremotos e/ou terramotos...
agora, há quem diga que o que perdemos desde crianças é a capacidade de mudar. é até como se perdêssemos alguma parte da nossa identidade se, no fundo, ousarmos fazê-lo.
aceitar tudo o que vem de fora não é capacidade de mudar. fazer tudo o que esperam de nós também não.
resistimos-lhe exactamente porque ela nos exige um movimento de dentro para fora. resistimos-lhe porque ela nos obriga a conhecermo-nos mais e, eventualmente, a reajustar qualquer coisa cá dentro.
temos noção de pequenas e grandes metamorfoses que acontecem na nossa vida... mas maioritariamente aquelas que decorrem num limite nosso já bem fronteiriço e muito próximo da influência de uma realidade social, a qual caímos na tentação de favorecer. incorporamos metamorfoses esperadas, de fora para dentro. e somos mais resistentes em fazer o movimento contrário. esse social é-nos aconchegante, parece dar-nos segurança de algum modo. no fundo, orienta-nos perante a susceptibilidade de mudança contínua. mas aí, esquecemos que há mudança constante dentro de nós e, essa, exige -nos um olhar para dentro e de dentro.
não há mais mudança fora que dentro de nós. por isso, não sei se devemos realmente dispensar a maior parte da nossa atenção na eventualidade de futuros maremotos e/ou terramotos...
agora, há quem diga que o que perdemos desde crianças é a capacidade de mudar. é até como se perdêssemos alguma parte da nossa identidade se, no fundo, ousarmos fazê-lo.
aceitar tudo o que vem de fora não é capacidade de mudar. fazer tudo o que esperam de nós também não.
resistimos-lhe exactamente porque ela nos exige um movimento de dentro para fora. resistimos-lhe porque ela nos obriga a conhecermo-nos mais e, eventualmente, a reajustar qualquer coisa cá dentro.
