czarina

quinta-feira, maio 28, 2009

I'm crazy!!!! about this music!



[the verve, bittersweet symphony]

sábado, maio 23, 2009

olhem só o que ele faz, mon dieu!



[U2, with or without you]

lullaby

Lembro-me daquela noite de inverno ao ouvir novamente o Lullaby, The Cure.

Cracóvia. Um grupo de estudantes de vários países. Éramos uma família de estrangeiros, num país estrangeiro ao nosso encontro. Por isso nos unimos, muito, nesses dias.

Depois de uma véspera passada torcida num comboio soturno, do descanso merecido numa pousada de juventude, tínhamos passado o dia a conhecer castelos (naquela que é a cidade mais linda do mundo que já conheci).

Tínhamos também vindo de Oświęcim, mais conhecida por Auschwitz.

Estávamos na praça central, junto da igreja e do mercado. Um frio de rachar, sem roupas apropriadas. Menos dois graus… ainda quase nada, para quem estava habituado.

Jantámos num restaurante grego com cabaças-candeeiros penduradas. Tinhamos a barriga cheia e a noite convidava. Supostamente, segundo os nossos anfitriãos, aquela cidade tinha imensos pubs de jazz, daqueles ao estilo americano, em caves.

Fomos, então.

Bem. Tudo corria bem. Jazz e depois pista de dança com The Cure a encabeçar.

Enchemos o espaço e demos nas vistas.

Polacos, ao fundo do bar, tentavam meter-se com as raparigas. Os rapazes fizeram escudo cerrado para nos proteger.

Protegeram-nos. E, enquanto, isso, outra parte dos polacos roubaram-nos várias carteiras.

Na altura, apercebi-me do que tinha acontecido quando estava a tocar esta música...


Dia soturno...

 

sexta-feira, maio 22, 2009

d. novamente

Amiga, já tiveste medo por mim… deste meu lado vadio, irreverente de ataque, de exposição, de lança tudo para a frente de repente… Já me recebeste, de braços abertos, com toda a paciência do mundo, com um sorriso no olhar, tentando dar-me a tranquilidade que vias esvair-se por completo de mim. Já me admiraste, disseste-me, mas para mim conta que lá estiveste sempre – por vezes contendo as palavras ao limite, num esgar que se escutava na tua voz.

Estiveste sempre, por dentro, a torcer por mim. Recatada, nu mundo cor-de-rosa que às vezes, a brincar, dizíamos ser o teu! Admiro-te e agradeço-te pela pessoa que és, e no que me ajudaste a ser!

É tão bom sentir-te lá e sentir-te bem…!

Apanho-te se caíres? E tu?

quarta-feira, maio 20, 2009

think big, try hard, then make it happen


Noman Foster foi hoje distinguido com o Prémio Princípe das Astúrias em Artes 2009. 

Ao anunciar o prémio a Fundação Príncipe das Astúrias sublinha os fundamentos desta atribuição: “atitude aberta à inovação, a orientação para a qualidade em todas as fases de desenvolvimento dum projecto, o interesse em aplicar os avanços da tecnologia” e ainda a “sensibilidade para com os princípios do desenvolvimento sustentável”. (in Publico, 20-05-2009, 13h20)

vale a pena dar uma vista de olhos pelo site: 

terça-feira, maio 19, 2009

de olá

No teu sopro de olá

Fazes-me lembrar – e nas palavras, já ditas, ao longo do tempo e que só agora fui relembrar –

Ou melhor,

Imaginar

Um espaço subversivo, de amplitude crescente,

Onde cabem essas partilhas

De estados de alma

Já pensaste no importante que são?

Já pensaste porque o alimentas, ainda que não tenhas ninguém com quem o partilhar?

Já pensaste onde estarão os limites disso? Se os há? Ainda?

Já pensaste que estados de alma todos os têm?

 

E cada um de nós dizer que gosta mais assim ou menos assado? Sem medo?

Já pensaste que o lugar de dentro pode ser o de fora?

Já pensaste que o lugar de fora pode ser o de dentro?

Que os podes fazer assim?

 

E que os fazes,

Simplesmente cada um no seu lugar,

Não trocando os estados de alma,

Mas os contextos de fora… porque os de dentro ((não)) podem mudar?

 

Já pensaste que pegando num objecto aqui, escolhendo uma música acolá,

Sentando-se, andando,

Tudo isso são os contextos que tu vais mudando, moldando…

Mas que aparentemente quem muda és tu?

domingo, maio 17, 2009

mike oldfield



[to france]






[sentinel]

quinta-feira, maio 14, 2009

segunda-feira, maio 11, 2009

contigo... destorcido





E se te dissesse
Que preciso testar
Preciso saber se ainda lá estás
Será bom sinal
É sinal que ainda acredito
Que para além dos anos e dos movimentos
Fica o inquebrável

Se o privilégio imaginado
Deixa a sombra para se fazer dele sol

Se a impaciência
Emerge
Distorcendo uma realidade que se acredita ser a melhor

E se, ainda assim, me vês lá
E isso destoa
De ti, do que queres

Se me vês distante
Mas perto demais
Ao ponto de ofuscar

Precisas ver de novo
E, se quiseres, abrir novamente os olhos para me ver

No que sou
Como tu sabes

Contigo 

domingo, maio 10, 2009