De porte altivo, olhar de quem não deve, sorriso ao qual os lábios – apenas por vezes – não conseguem resistir. Quer, sobretudo, que sejam outros a sorrir quando perto de si ou quando nos seus braços. Quer muito, mas quer muito dos outros, quere-los, aliás. Quere-los na sua plenitude, quer que sejam, quer que se entreguem nos seus braços, enormes braços. Por isso, a imagem que dele surge é grande, muito grande… como se maior. E se o que exige é entrega… o que exige é o outro, completamente o outro, o outro completamente… então não é qualquer um outro, porque não há muitos outros tão grandes e cheios assim.
Um homem que dá… querendo que lhe dêem pela entrega. E esse dar tem, assim, laivos de querer receber muito. Parece o movimento ser simples de tão pleno.
Mas esta menina mulher não quer mais eufemismos... é de entrega, a conversa.
Um homem que dá… querendo que lhe dêem pela entrega. E esse dar tem, assim, laivos de querer receber muito. Parece o movimento ser simples de tão pleno.
Mas esta menina mulher não quer mais eufemismos... é de entrega, a conversa.
És meu e eu sou tua.

1 comentário:
sou. és.
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