Quando, com razão ou sem,
porque o podemos fazer espontaneamente ou perante pseudo contrariedades ou contextos em nós
Sobre o medo amplo da alma
de uma amplitude que tem o tamanho do desejo e do ideal da pegada dada ou a dar
A sombra da morte vem,
É que o espírito vê bem,
Com clareza mas sem calma,
calma quando sei ser capaz de mudar, em ânsia quando me olho incapaz de me afastar da sofreguidão, desse buraco que por vezes teimo em ver
Que sombra é a vida que passa,
mais sombra quanto mais incapaz me faço parecer perante o próprio olhar
Que mágoa é a vida que cessa,
E ama a vida mais.
tudo e quanto me foi dado para amar
a negrito Fernando Pessoa, 10 de Fevereiro de 1933
a itálico pequeno excerto de Pessoa em mim
czarina
domingo, maio 04, 2008
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maruska

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