andavas de saia de fazenda traçada e meias até aos joelhos. livros quase sempre na mão e debaixo do braço. fazias apontamentos de apontamentos de apontamentos, cada vez mais sintetizados, para facilitar o estudo, dizias... pacificadora, sempre. conciliadora. indecisa entre compactuar com os mais atinados da fila da frente ou com os que se atrasavam e chegavam a tresandar a fritos do café.
há rumos que nos são facilitados, mais dirigidos. outros há que precisam que sejamos nós a definir tudo ou quase tudo.
d, que rumo queres?
procuro olhar-te e dou comigo a procurar o que não é ténue em ti. sei que tens ai dentro do mais forte que há, mas não sei bem o que é. conheço-te e não te conheço, acho. e isso que tão grande aí está, porque não sai?
quero que tenhas tempo para passear comigo na areia, quero também ter tempo para passear contigo.
quero um sorriso teu!
quero que esqueças e que lembres, o que há para esquecer e lembrar!
quero sentir-te viva!
há rumos que nos são facilitados, mais dirigidos. outros há que precisam que sejamos nós a definir tudo ou quase tudo.
d, que rumo queres?
procuro olhar-te e dou comigo a procurar o que não é ténue em ti. sei que tens ai dentro do mais forte que há, mas não sei bem o que é. conheço-te e não te conheço, acho. e isso que tão grande aí está, porque não sai?
quero que tenhas tempo para passear comigo na areia, quero também ter tempo para passear contigo.
quero um sorriso teu!
quero que esqueças e que lembres, o que há para esquecer e lembrar!
quero sentir-te viva!

1 comentário:
Gostei...espero k ela veja e k entenda...
Bj enorme Xunga
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